A aula onde eu conheci vocês.
Terça-feira, quase três horas abrindo o jogo. Os três parafusos que você precisa apertar, a conta real de quanto custa bater um milhão, e o perfil de cada um de vocês na tela, um por um. Se você não estava, essa página é a aula inteira. Se estava, é o mapa pra executar.
- Três parafusos, não trinta. Processo comercial, posicionamento e inteligência artificial. Você só precisa saber qual apertar primeiro.
- A inteligência artificial vai substituir quase tudo — menos o seu posicionamento. Ela copia habilidade. Não copia autoridade.
- Ninguém segue empresa. Todo mundo segue o Flávio Augusto, ninguém segue a Exame. Todo mundo conhece o velho da van, ninguém segue a van.
- Nove posts viram o jogo do seu perfil. Não são noventa. São nove.
- Não delegue sua autoridade pra administradora. A Prudential foi vendida do dia pra noite e um monte de consultor ficou sem chão, porque a autoridade estava no crachá e não no nome.
- A gente não cria nada. A gente modela. Achou anúncio que funciona? Joga no Claude e adapta pro seu público.
- Problema todo público tem. Quando você tem clareza do processo, o problema deixa de assustar e vira ajuste.
Você só precisa apertar três parafusos.
Pra vender de um a três milhões você não precisa de trinta coisas. Precisa de três. O trabalho da mentoria é descobrir qual dos três está frouxo no seu negócio — porque é ali que está o dinheiro que você não está pegando.
- Processo comercial. Follow-up, qualificação e condução da call. Esse você não delega — pode até ter alguém executando, mas você precisa entender o suficiente pra cobrar.
- Posicionamento. Instagram, LinkedIn e Google Meu Negócio. É o jogo de quem quer sair da indicação e parar de depender dos outros. Começa pelo Instagram.
- Inteligência artificial. O acelerador. O que ia demorar meses passa a demorar dias. Seja curioso: não espere a aula ao vivo pra começar a mexer.
É pelo lugar onde a conta trava. Não fecha 3 a cada 10 reuniões? O problema está na call. Não consegue levar 10 leads pra reunião? O problema está na qualificação ou no follow-up. O lead não responde de jeito nenhum? O problema está no criativo — ou no seu perfil. O processo é claro: cada sintoma aponta pra um parafuso.
A inteligência artificial pode substituir todas as suas habilidades, técnicas e comportamentais. Ela não substitui a sua autoridade. Por isso o parafuso do posicionamento é o que ninguém pode apertar por você.
Os 4 links que você salva hoje.
Favorita os quatro agora, antes de fechar essa página. Depois você não vai lembrar onde estava cada coisa — e vai perder tempo procurando em vez de executando.
Entra na plataforma e vai na ordem: aula 1, aula 2, aula 3. Lá embaixo tem a área de ferramentas e o material do Escala já liberado — se quiser entender a lógica do criativo e como funciona o CRM, já pode ir assistindo. Não espere o ao vivo pra começar.
Tudo que a gente faz fica salvo lá. Na aula de anúncios tem um botão que abre o Drive com os anúncios que performam, pra você modelar. No módulo de Claude tem os links que aparecem durante a aula. A ideia é você acompanhar a aula com o portal aberto do lado, clicando junto.
Só existem dois tipos de post. E você consegue fazer os dois hoje.
Não é complexo. Metade do jogo está em um formato, metade no outro. E a gente não inventa nenhum dos dois: modela quem já validou.
- Uma frase em cima de um fundo
- Diz como e por que o cliente compra de você
- Feito no Canva ou no Claude em minutos
- Modela quem já faz: Flávio Augusto, Caio Carneiro, Joel Jota
- 8 segundos de vídeo do seu dia, com uma frase por cima
- Você dirigindo, no aeroporto, com o filho, tomando café
- Não precisa falar nada. Música de fundo resolve
- É o que levou perfil de aluno a um milhão de visualizações
Pra virar o jogo no seu perfil eu preciso de nove posts: três, seis, nove — o que aparece de cara quando o lead bate o olho. Desses nove, seis podem ser takes de 8 segundos do seu dia a dia. Agora te pergunto: quanto tempo você demora pra pegar o celular e gravar seis vídeos de oito segundos? Um dia. E aí o perfil já mudou.
Se você trava na frente da câmera, tudo bem — por enquanto. O loop resolve: uma aluna gravou ela mesma cortando a grama e o post explodiu de 900 pra 7 mil visualizações, porque era isso que o público dela queria ver. Outra gravou subindo uma escada. Quem determina o que funciona é o público, não você. Solta e observa.
- Pega o celular e grava 6 takes de 8 segundos hoje. Aleatório mesmo: no carro, no elevador, na pracinha do lado de casa, num almoço.
- Escolhe 3 frases que gerem identificação no seu público — dor, sonho ou conflito. Nunca contexto.
- Sobe os 9. Intercala: estático, loop, estático, loop.
- Não contrata social media ainda. Primeiro você entende o que funciona. Depois delega — senão você delega sem saber cobrar, e é aí que dá ruim.
O que o posicionamento faz com o preço do seu lead.
Esses são casos reais de alunos que a gente abriu ao vivo na aula, com o CRM e o gerenciador na tela. A diferença entre eles não é orçamento nem sorte. É perfil.
- R$ 6 por lead — aluna com perfil humanizado, rosto na foto, 13 reuniões numa semana
- R$ 8 por lead — aluno no primeiro mês rodando, 13 reuniões com só R$ 300 investidos
- R$ 16 por lead na Europa — mercado mais caro, ainda assim viável
- R$ 80 por reunião — metade do que a gente considera pior cenário
- Campanha desligada. Não é que o lead ficou caro: ele não clica
- Crachá da administradora na foto de perfil
- Logo estampada no criativo
- Perfil com cara de loja — o lead entra, sente cheiro de venda e pula
Até R$ 10 por lead é um bom número. Acima disso, depende da qualidade que você está buscando: se você segmenta advogado em Curitiba, vai pagar mais — é leilão, e quem disputa o mesmo público paga mais caro. O que não pode é pagar caro por falta de perfil, porque aí você está queimando dinheiro por um problema que se resolve de graça.
Uma aluna estava com a foto de perfil usando o crachá da administradora. Tiramos o crachá, entrou uma foto que não parecia de vendedora, o perfil ganhou organização e foto com o filho. O lead dela caiu pra R$ 6. Se o lead entra no seu perfil e vê crachá, ele sabe na hora que você quer vender pra ele — e tudo fica mais caro.
A conta que transforma meta em rotina.
Você precisa levantar de manhã sabendo o que tem que fazer hoje. Não "vender mais" — "pedir duas indicações" ou "mandar dez mensagens". É pra isso que serve essa conta.
Meta de 1 milhão · ticket médio de R$ 200 mil = 5 cartas no mês. Com fechamento conservador de 2 a cada 10 reuniões, isso dá 25 reuniões no mês — ou seja, uma reunião por dia. Deixou de ser meta e virou agenda.
Os três caminhos pra chegar lá
- Indicação. A mais quente. A cada 10 indicados, 4 topam reunião. Mas cuidado: uma coisa é pedir indicação, outra é a pessoa indicar — conte com metade. Na prática: duas a quatro indicações pedidas por dia.
- Prospecção. LinkedIn é mais frio: 1 resposta a cada 10 mensagens. Se você tiver posicionamento no Instagram, sobe pra 3. Dessas respostas, 2 a cada 10 viram reunião — e com comissão de 2% em cartas de 500 mil, isso já é R$ 30 mil no seu bolso. Quem ganha 6% faz a conta.
- Tráfego. A cada 10 leads que chegam pelo anúncio, 1 agenda reunião. Mas atenção: aqui o lead cai todo dia, então você tem que atender todo dia.
"Julian, por que você não unifica tudo numa conta só?" Porque informação demais vira confusão. Você precisa de clareza pra saber o que fazer quando acordar. Escolhe um caminho, entende o número dele, e aí soma o próximo.
O Claude prospectando no piloto automático.
Isso rodou ao vivo durante a aula, enquanto eu falava com vocês. Conectei o Claude no LinkedIn e ele foi trabalhando sozinho no cantinho da tela.
- Conecta o Claude ao seu LinkedIn e dá o contexto: quem você quer alcançar e por quê.
- Peça pra ele curtir e comentar antes de mandar mensagem. Esse é o detalhe que muda tudo — ele engaja com a pessoa primeiro, aí a mensagem chega em terreno quente.
- Dez mensagens por dia. Dá pra fazer trezentas, mas o LinkedIn tem limite de convites e a gente não quer problema. Dez é conservador e já monta a conta.
- Quando o lead responder, entra você. Robô faz follow-up e disparo. Robô não faz a venda — o lead de consórcio não quer falar com robô, e para de responder na hora que percebe.
São as pessoas que já confiam em você de outra vida profissional e não sabem que você trabalha com consórcio. Corretor de seguro com carteira, gerente de banco, dono de empresa de monitoramento, advogado com dez anos de clientes. Elas já têm o gatilho da autoridade ligado. Você só precisa mostrar que é a solução. Tem aluno que fez de dois a três milhões no primeiro mês só com essa galera.
Nada de texto de vendedor. O modelo que funciona é humano e local: "Fala, Eduardo, tudo bem? Sou aqui de Rondonópolis também. Vi seu perfil e queria te apresentar um mecanismo pra captar dinheiro que tem ajudado vários advogados aqui da região." Proximidade antes de proposta.
Não delegue a sua autoridade.
Esse foi o bloco que mais gerou reação na sala. E o motivo é simples: quase todo mundo está construindo autoridade no nome de outra pessoa sem perceber.
É a maior concorrente da MetLife, com consultores ganhando mais de 20 mil por mês. Anunciou a venda da noite pro dia. E um monte de consultor bom ficou com medo — porque o Instagram deles era Prudential no talo. Eles construíram autoridade pra uma empresa cujo futuro não estava na mão deles. Você não sabe o dia de amanhã. Constrói no seu nome.
Todo mundo conhece o velho da van — ninguém segue a van. Todo mundo segue o Flávio Augusto — ninguém segue a Exame. Se o perfil do Flávio Augusto fosse a Exame, não teria o sucesso que tem. Pessoas se conectam com pessoas. E por mais doido que você seja, sempre existe um doido parecido com você na terra — e é ele que você vai atrair.
Sobre a logo — o que é o problema de verdade
A logo em si não é o vilão. O problema é que a logo escancara que aquilo é um anúncio — e a pessoa pula antes de você ter chance de mostrar que resolve um problema dela. Vale igual pro perfil: nos três primeiros segundos ela precisa entender que você resolve algo. Se vir logo de empresa, ela não segue e você perdeu a chance de fazer follow-up.
Não fica falando dos dois produtos. Sobe um nível: se posiciona como especialista em planejamento financeiro. Aí seguro e consórcio viram ferramentas que você usa — e no anúncio você segmenta pra um só. É o que fizemos com um aluno da MetLife: a bio era "especialista em seguros", virou "especialista em planejamento financeiro".
A bio dele dizia "membro MDRT". É uma baita certificação — mas o lead não faz ideia do que é. Você está atraindo outro consultor, não cliente. Fala a língua do lead: em vez da sigla, "15 anos de experiência e R$ 250 milhões em capital gerenciado". Aí ele pensa "quero falar com esse cara".
Abre uma aba anônima e pesquisa seu nome no Google e no Instagram. O cliente vai te achar? Se o seu @ é o nome de uma empresa e ninguém te acha pelo seu nome, você está perdendo lead — ele tenta duas vezes e desiste. Dica extra: no Google Meu Negócio, em Editar perfil → Perfis e redes sociais, cola o link do seu Instagram. Em uma semana o Google amarra os dois.
A gente não cria nada. A gente modela.
Isso foi feito ao vivo na aula, em menos de dois minutos: peguei o anúncio de uma concorrente que estava performando e saí com uma versão pro meu público.
- Acha um anúncio que está funcionando. Pode ser de qualquer nicho — não precisa ser consórcio.
- Baixa o vídeo e arrasta pra dentro do Claude.
- Pede a transcrição. Se ele reclamar de ferramenta, insiste: "se vira, resolve, eu quero a transcrição pronta". Ele dá um jeito.
- Pede o roteiro decupado — gancho, problema, solução, oferta. Isso é copy que custa caro no mercado, e você tem em segundos.
- Manda adaptar: "mesma lógica, mesma força de expressão, só que o meu público são brasileiros que moram em Portugal".
- Grava. São 8 segundos indo pro trabalho.
A biblioteca serve pra buscar anúncio de alguém específico. Mas o caminho que eu uso mesmo é o próprio feed: assiste um anúncio do seu nicho até o fim, e os próximos cinco vão ser do mesmo tema. O algoritmo garimpa pra você. Pra saber se performou, olha os comentários.
É um livrinho pequeno que eu adoro, e é a filosofia da casa. Se funcionou pra alguém, funciona. Achou um anúncio bom? Manda no grupo. A gente pega e modela junto.
O formulário é a sua barreira.
A pergunta que mais apareceu na sala foi "posso mandar direto pro WhatsApp?". A resposta é não — e o motivo é matemático, não preferência.
Sem barreira, vem todo mundo. O formulário coloca três obstáculos que fazem o lead pensar antes de chegar em você. Quem preenche está minimamente consciente do que quer. Quem não preenche ia te tomar tempo de qualquer jeito.
As perguntas que fazem o trabalho por você
- O que você quer conquistar? Primeiro imóvel · renda com aluguel · multiplicar patrimônio · trocar de carro. Já te diz como abrir a conversa.
- O que você faz hoje com o seu dinheiro? Se ele investe em vários lugares, você coloca mais energia nesse lead.
- Quanto consegue destinar por mês? Define o ticket antes de você gastar tempo.
- O que mais te trava hoje? Medo de se endividar? Já sabe que a primeira abordagem é explicar que consórcio não é dívida. Confiança? Ele precisa de prova social.
- Você aceita receber uma ligação nos próximos 5 minutos? A barreira final. Encarece o lead porque mais gente desiste — mas quem passa, passa qualificado.
Nas faixas de investimento, sempre mostre o valor menor: 0 a 150 · 150 a 300 · 300 a 500. Assim o lead não ancora alto na própria cabeça e não se assusta. Na prática significa que quem marcou "150 mil" no formulário vale 300, e quem marcou 300 vale 500. O seu CRM está subestimando o seu ticket — e isso é de propósito.
Um público por campanha
Alavancagem patrimonial, investimento, veículo ou exterior. Escolhe um. Se você joga todos juntos, não consegue saber o que funciona e o que não funciona — e sem isso não existe inteligência na operação. Quer rodar dois? São duas campanhas e dois orçamentos.
Se o anúncio fala de consórcio e o lead entra num perfil que só fala de seguro, não faz sentido e ele vai embora. Um aluno se especializou em veículos, construiu o perfil inteiro falando de troca de carro — e a campanha performou porque o anúncio e o perfil contavam a mesma história. Quem fala com todo mundo não é especialista em nada.
O gancho nunca é "consórcio".
Esse foi o diagnóstico de um aluno que posta vídeo bom e reclamava de alcance baixo. O vídeo estava certo. O gancho, não.
Consórcio é o como, não o quê. Ninguém acorda querendo consórcio — as pessoas querem sair do aluguel, construir a casa própria, trocar de carro sem juros, fazer o dinheiro virar patrimônio. Você fala do problema. O consórcio é o mecanismo da solução.
- Pela dor: "a pior coisa pro empresário é ter crédito negado no banco"
- Pelo sonho: "como uma parcela de R$ 1.598 vira R$ 430 mil pra comprar a casa própria"
- Pelo conflito: "três formas de construir sua casa sem depender do banco"
- Segmentando: "você que pensa em trocar de carro daqui dois ou três anos"
- Pelo contexto: "gente, hoje eu vim aqui conversar sobre um assunto"
- Falando de consórcio nos 3 primeiros segundos
- Com a logo da administradora estampada
- Com tabela de preço — atrai quem se importa com preço, não com atendimento
95% do mercado anuncia pro fundo de funil — quem já está pesquisando consórcio. Parece o público certo, mas é leilão: todo mundo disputa os mesmos, e fica caro (R$ 25 por lead, às vezes mais). A gente trabalha o meio de consciência: sai cinco vezes mais barato, demora um pouco mais e exige processo comercial — mas a conta fecha muito melhor.
Antes de comprar, ele precisa responder na cabeça dele: "isso é verdade?" e "isso resolve o meu problema?". Se as duas respostas forem sim, ele quer conhecer. Aí começa a próxima etapa do processo comercial — e é lá que você dá o show.
Trava na agenda agora.
Terça, 19h30, é sagrado. Você foi separado nessa turma pra eu ficar perto, fazer os ajustes com você e só depois te levar pra sala grande.
- Terça 04/08 · 19h30 — Instagram na prática. Posicionamento que atrai cliente comprador. A gente começa do zero, mesmo que você não entenda nada. Criamos ao vivo.
- Segunda 03/08 · 16h — Escala: oficina de follow-up. Cadência, estilo e tipo de mensagem. É oficina, não é aula: a sala é participativa.
- Segunda 10/08 · 16h — Escala: qualificação. Processo comercial ao vivo com os alunos que rodam tráfego.
- Terça 11/08 · 19h30 — Conteúdo que escala. Criar uma vez no mês e agendar o mês inteiro.
- Terça 18/08 · 19h30 — Condução de call de venda. Com o Wesley, aluno convidado: mais de 10 milhões em vendas.
Terças 19h30 — Máquina de Vendas. Três encontros no mês: os dois primeiros são aula sobre um dos três pilares, e o terceiro é diferente — aluno convidado que está se destacando, ou sala aberta de dúvidas.
Segundas 16h — Escala. Pra quem roda tráfego. A gente abre a campanha de um aluno e resolve ao vivo, em tempo real. É onde você vê o processo comercial de quem fatura 2, 3, 5 milhões — rodando Brasil, Estados Unidos, Japão, Europa. Sala fechada, não fica gravada.
É a semana de fechamento — foco total em fechar o que está em aberto. Vale todo mês, não é exceção.
Tudo é oportunidade de follow-up.
Não termina essa página e vai dormir. Faz agora, leva dois minutos.
- Bate uma foto da sua tela agora — a aula, essa página, o material.
- Sobe no Stories pensando de forma intencional: o que eu escrevo aqui que faça um cliente me chamar amanhã?
- Marca o @juliankinol. Eu reposto.
- Se sair reunião do Stories, manda no grupo. Tem gente que vende só com essa postagem.
Grava seis takes de 8 segundos do seu dia. Monta os nove posts. Faz o teste da aba anônima com o seu nome. E entra na plataforma pra começar as aulas gravadas na ordem. Primeiro você começa, depois você melhora.
Manda no grupo. Não guarda pra terça. O grupo funciona muito bem quando as pessoas interagem — e a sua dúvida provavelmente é a de mais três pessoas.
O que tem que estar feito antes de terça.
Marca cada item conforme for terminando. Tudo isso dá pra fazer essa semana. Quem chegar na terça com isso pronto vai aproveitar a aula ao vivo cinco vezes mais.
- Os 4 links favoritados no navegador
- Comecei as aulas gravadas na plataforma, na ordem
- Logo e crachá da administradora fora da foto de perfil
- Meu rosto na foto de perfil
- Bio no meu nome, não no nome da empresa
- Testei meu nome no Google e no Instagram em aba anônima — e me achei
- Gravei 6 takes de 8 segundos do meu dia
- Subi os 9 posts intercalando estático e loop
- Escolhi um público pra falar: alavancagem, investimento, veículo ou exterior
- Fiz minha conta na calculadora de metas
- Story postado marcando @juliankinol
- Agenda travada: terça 04/08, 19h30